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Viver de aparências pode enganar a você mesmo

Viver de aparências pode enganar a você mesmo

Há muitos teóricos debruçando-se sobre teses que buscam descrever essa sociedade da imagem, da qual fazemos parte e que vive quase que o tempo todo em função de projetar símbolos que possam descrever nossos sentimentos (reais ou até mesmo desejados). Em outras palavras, isso pode estar expresso nas roupas que usamos, nas nossas preferências e gostos pessoais e até em elementos intangíveis, como em nossa fala ou em traços do comportamento, sempre muito em evidência nas relações diárias (seja no escritório ou na convivência com família e amigos).

Na linguagem popular é o famoso “viver de aparências”, que pode atribuir à nossa imagem corporativa características que podem ser nocivas ao sucesso profissional. Justamente porque as aparências não têm “sustância” e, uma vez que vivemos em um mundo cada vez mais conectado, esconder algo fica cada vez mais díficil. Por exemplo: ser uma pessoa com um comportamento no trabalho e outro com amigos passa a ser praticamente impossível. Não que em algum momento isso fosse recomendado, longe disso! Mas as conexões que estabelecemos no mundo atual (e a velocidade com que trocamos informações) são incompatíveis com a hipótese de se esconder algo de alguém.

Essa dicotomia entre viver de aparências e o esforço real pode ser mensurado em uma pesquisa feita pelo Ibope, que buscou identificar o índice de motivação numa empresa. E o resultado foi espantoso: 30% dos colaboradores se dizem engajados e vestem a camisa da corporação; 50% só cumprem tabela (o famoso jogar o jogo). E 20% dos entrevistados assumiram que acabaram jogando contra a empresa. Trocando em miúdos: pode ser que alguém ao seu lado (ou você mesmo) esteja enquadrado nesses 70%, tendo um comportamento que difere do seu posicionamento — é válido dizer que essa falta de compromisso pode ser consciente ou não.

Desse modo, o esforço e o empenho aparecem como diferenciais competitivos do profissional que busca se destacar no âmbito corporativo. Mesmo porque, embora ainda não haja um indicador claro que mensure o engajamento em si, os resultados de nossa dedicação no escritório falam muito mais que nossas palavras. Uma forma de perceber isso com clareza está na produtividade, nos resultados obtidos, no esforço de trabalhar menos (e trabalhar melhor), e assim por diante. Nós tratamos sobre esse aspecto no post “É possível trabalhar menos e produzir mais?”.

Mesmo diante das mais difíceis demandas, que podem soar impossíveis ao nosso repertório profissional, o hábito do empenho e da persistência podem ser grandes aliados para se chegar ao sucesso.  Há uma frase do ator britânico Charles Chaplin que vai ao encontro dessa linha de raciocínio: “Que os seus esforços desafiem as impossibilidades. Lembrem-se de que as grandes coisas do homem foram conquistadas a partir daquilo que parecia impossível”.

É hora de deixar os hábitos ruins de lado e partir para o esforço genuíno, que dê satisfação a você e os resultados necessários em sua carreira. Lembre-se que viver de aparências pode enganar a você próprio, ao passo que está intimamente ligado a autossabotagem. Você já pensou nisso?

Gostaríamos de conhecer sua opinião sobre o assunto. Deixe sua contribuição registrada nos comentários abaixo. Até a próxima! 🙂

Sobre Navebook

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