Como utilizar mapas mentais como estratégias de estudo

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Está se preparando para uma prova e nunca passou pela sua cabeça criar mapas mentais como estratégia de estudo? Então, saiba que você pode estar perdendo tempo!

Estudar não é algo simples de ser feito, o corpo humano precisa estar relaxado e o cérebro preparado para receber uma determinada carga de informação a fim de fazer a memorização.

Existem milhões de técnicas desenvolvidas em prol do aprendizado, mas sem grandes resultados positivos. A verdade é que quanto mais simples for a estratégia que você utilizar, melhores resultados você pode ter.

Uma técnica simples que pode ser feita por você são os mapas mentais. Eles vão ajudá-lo a listar o que realmente é importante ser lembrado sobre determinado assunto.

Os mapas mentais, conceito idealizado pelo escritor inglês Tony Buzan, é um método de estudo baseado em associações, ramificações e conexões.

A técnica desfruta do princípio do funcionamento cerebral, que opera de acordo com a ligação lógica de determinados assuntos, por exemplo: Casa > Rua > Bairro > Cidade. Todos os quatro elementos representam o seu local de moradia, que começa na residência e termina na cidade onde você mora.

Isso pode ser facilmente adaptado para a linha do seu estudo e nesse artigo você vai aprender como.

 

Aplicando a técnica de mapas mentais nos estudos

Independente dos motivos que levaram você a querer estudar: escola, concurso público ou prazer pessoal; os mapas mentais serão uteis. Em especial, para quem está no ramo acadêmico. Veja a seguir como montar o seu próprio mapa mental:

  • Gráfico: diferente do mindset, que é uma abordagem psicológica de princípio, o mapa mental necessita de um gráfico físico ramificado, algo semelhante a uma arvore genealógica. Você pode se utilizar do computador para fazer um, ou usar o bom e velho papel;
  • Ponto zero: o ponto zero é o tema abordado em seu estudo. Se o objetivo é estudar a Primeira Guerra Mundial, escreva no centro do gráfico “Primeira Guerra Mundial” e coloque a data de quando ela ocorreu;
  • Primeira ramificação: a primeira ramificação são os conceitos que envolvem a guerra. Trace linhas e crie balões com datas importantes, nomes relevantes e os termos principais;
  • Segunda ramificação: agora com os três tópicos, trace novas ramificações com as informações referentes ao novo termo estudado. Em data, por exemplo, escreva o nome de uma batalha famosa por ordem de acontecimentos;
  • Outras ramificações: as outras ramificações são os pequenos detalhes, por exemplo: Arquiduque Francisco Fernando da Áustria –Hungria – assassinado em um atentado que foi o estopim para a Primeira Guerra. No tópico do assassinado, descrever que o grupo terrorista que o fez é o “Mão Negra”, na ramificação do Mão Negra e assim por diante.

O gráfico do mapa mental segue as linhas e derivações semelhantes as dos galhos de uma arvore. O estudo é feito a partir dos tópicos, o conceito no ponto zero, depois a primeira ramificação, e assim sucessivamente.

 

Fazendo mapas mentais na “nuvem”

mapas mentais 2

Fazer mapas mentais com papel e caneta é algo altamente positivo. O problema é que você nem sempre pode estar com eles em mãos. Pode esquecer em casa ou até mesmo perdê-los.

Se você optar por fazer o seu mapa mental e guardá-lo na “nuvem”, existem alguns softwares online que podem ajudá-lo:

  • Coggle it: essa plataforma é muito simples de ser utilizada. Além de criar, você ainda pode compartilhar com amigos para facilitar o estudo em grupo. Ela também tem integração com o Google Drive;
  • Wisemapping: Coggle it já é uma plataforma excelente. Mas, o Wisemapping possui mais opções de formatação dos seus mapas mentais. A desvantagem de utilizar esse software é que ele não se integra ao Google Drive, mas você pode exportá-lo para outras plataformas;
  • XMind: se você quer criar mapas mentais mais profissionais, deve utilizar-se dessa plataforma. Aqui você pode inserir diversos tipos de formas, símbolos a até mesmo templates;
  • GoConqr: esse em português. Excelente plataforma com várias possibilidades.

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