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Como desenvolver empatia e relacionamento interpessoal

Como desenvolver empatia e relacionamento interpessoal

Desenvolver empatia é cada vez mais um atributo exigido de profissionais que desejem se destacar no mercado de trabalho. Aliás, o comportamento saudável e os bons hábitos em equipe são mais garantia de estabilidade no emprego do que somente ter a formação técnica exigida para o cargo. Essa foi a conclusão de uma pesquisa feita pela revista Você S/A.

O estudo constatou que 87% das demissões nas grandes empresas têm como causa os comportamentos inadequados (ou seja, o fato de o indivíduo não trabalhar bem em equipe; não possuir um bom relacionamento interpessoal, e assim por diante). A lógica é bem simples: muito mais fácil — rentável, ágil — o empregador capacitar os profissionais que tenham os atributos comportamentais afins à cultura organizacional da empresa do que atrair um candidato tecnicamente mais preparado (com demandas desafiadoras no campo emocional, como baixa resiliência, níveis de ansiedade incontroláveis, etc).

Essa percepção tem instigado os Departamento de Recursos Humanos das corporações a estruturar de maneira diferente seu processo de recrutamento e seleção. Aí vem um motivo desse meu post: fazer com que você olhe com mais atenção um atributo que está em falta em outros candidatos por aí: a empatia e o bom relacionamento interpessoal.

Mas… o que é empatia?
Só de recorrer à origem da palavra (do grego “em” + “pathos”, significa entrar no sentimento do outro) já temos uma boa ideia. Claro que isso não tem a ver com ser enxerido, tomar conta da vida alheia. Mas derrubar ideias pré-concebidas que podem criar barreiras e afastar o aprendizado com pessoas que estão a nossa volta. Quando temos essa atitude, reconhecemos no próximo valores que podem fazer bem a nós mesmos. E é daí que normalmente vem a frase: “Nossa, mas eu tinha outra ideia sobre você”. Quem nunca falou isso, hein?

E para desenvolver essa qualidade é fundamental treinarmos o nosso olhar para visualizar na outra pessoa as virtudes que ela possui. É bem comum falarmos (e ouvirmos): “Você viu que gosto duvidoso do fulano?”. Ou ainda “Nossa! Não creio que ela acredite nisso…”. E por aí vai. O nosso primeiro — e permanente — desafio é treinar o nosso olhar para enxergar mais as qualidades do que necessariamente o defeito dos outros (falamos aqui no blog sobre as ciladas do perfeccionismo e uma delas é o olhar crítico sobre tudo e todos). Vamos combinar que muitas vezes estamos mais aptos a olhar a falha alheia, não é mesmo?

E onde entra o relacionamento interpessoal nisso?
Tem tudo a ver. Afinal de contas, quando passamos a exercitar a empatia melhoramos as relações interpessoais, porque saberemos como lidar com as pessoas que nos cercam e, o principal, como aprender com cada uma delas. Conhecendo melhor os indivíduos podemos tirar lições valiosas para superar obstáculos que surgirem no nosso caminho.

Para exercitar bem isso, há uma regra importante: tratar as pessoas como gostaria de ser tratado. Ao demonstrar atenção e simpatia nas relações com todos com quem vivemos (seja no trabalho, na faculdade, em casa) estaremos mais propensos a receber essa mesma atitude dos outros. Vou indicar um livro que trata bastante sobre esse assunto, que se chama: “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, de autoria do escritor norte-americano Dale Carnegie, que é reconhecido como um dos principais estudiosos na área de relacionamento interpessoal.

Vamos exercitar a empatia?
Sabe aquela pessoa no escritório que você tem menos contato? Ou aquela menina na sala de aula que pouco conhece? Faça o desafio de observar as qualidades da pessoa (às vezes, ela tem facilidade de se expressar em público ou ainda o perfil conciliador — que busca a solução num cenário mais conturbado). Você pode anotar em um papel qual impressão que você tem e, numa coluna ao lado, quais percepções notou depois disso. Treinar esse olhar vai torná-lo mais capaz de enxergar virtudes e, principalmente, de aprender com essas pessoas também.

Que tal contar para nós como foi essa experiência?
Ficaremos muito felizes de contar para nós como foi essa experiência. O que você aprendeu no exercício para desenvolver empatia? Volte aqui e deixe seu comentário. Obrigada!

Sobre Navebook

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