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A simpatia e seu papel na liderança

A simpatia e seu papel na liderança

Sabe aquela imagem estereotipada de “chefe durão”, desprovido de simpatia e que acredita que ter liderança significa se impor e ter “personalidade forte”? Bom, esse tipo de líder acha que para organizar o time, é necessário intensificar a pressão e investir nos gritos. Felizmente, no mundo de hoje, esse perfil não é o mais adequado e não traz benefícios às empresas e colaboradores, de forma geral. Dependendo da situação e postura do “gestor mandão”, o colaborador tem todos os aparatos e direitos de processá-lo por assédio moral. Sim, os tempos são outros, os conceitos mudaram e os gestores precisam se atentar a essas demandas.

Simpatia, liderança e bom senso

Bom, fica claro que o papel na liderança deve vir acompanhando de bom relacionamento interpessoal. Na prática, além de conquistar a simpatia e o respeito da equipe, o ambiente se torna menos hostil e propício para desenvolver as melhores atividades profissionais e isso beneficia a todos, claro! Todo mundo tem ao menos alguma experiência ou conhece pessoas que passaram por situações, em que o chefe conduzia o departamento com rigidez, broncas e “discursos acalorados”. Isso desmotiva a equipe, então, nem é preciso mencionar as desvantagens, certo?

Dessa forma, vale ressaltar também que um bom líder precisa fazer uso frequente do bom senso, um parâmetro fundamental a ser usado em todos os aspectos da vida, não? Pois bem, o chefe, neste caso, precisa ter postura firme em situações que exigem tomadas de decisões importantes e organização de atividades, as quais são fundamentais para os trabalhos na empresa. Tudo isso sem ser aquele chefe extremamente autoritário e adepto a broncas “homéricas”.

Saiba que, de fato, um bom líder pode exigir o melhor desempenho dos funcionários, acreditar em seus potenciais e deixar claro que todos estão unidos em prol do cumprimento das atividades. Na prática, não quer dizer que esse chefe seja apenas quem dá as ordens, mas ele assume papéis em momentos em que os funcionários se sentem inseguros quanto a alguma atividade. O chefe se torna o líder com que a equipe pode contar. Ele é o “porto seguro”. Essa é uma responsabilidade e tanto, mas as responsabilidades estão previstas para os cargos de liderança, certo?

Inteligência emocional

Um bom líder precisar ter inteligência emocional, como destaca o psicólogo dos Estados Unidos Daniel Goleman, de acordo com matéria publicada na seção “Carreiras”, do site da “Folha de S. Paulo”.  O especialista afirma que uma das principais funções da inteligência emocional nas atividades de liderança é fazer com que o chefe consiga motivar e estimular o seu time. Na prática, o líder precisa compreender “suas relações” com as pessoas.

Na entrevista, Goleman, que é um dos precursores desse conceito, destaca que ter um Q.I elevado, por exemplo, não é suficiente para ser um bom chefe, se a pessoa não possui inteligência emocional. Ele também menciona que através da inteligência emocional, a pessoa consegue pontuar quais são seus aspectos mais fortes, fragilidades e limitações.

Em momentos de estresse, o profissional consegue obter “autocontrole”, contornar situações críticas e manter-se motivado para novos desafios. Neste caso, líderes que motivam também ganham a simpatia dos colaboradores, o que significa a existência de um ambiente profissional que possibilita a prospecção dos melhores resultados e alcance dos objetivos da empresa.  O chefe precisa ser o grande motivador do departamento.

E como desenvolver a inteligência emocional? Os especialistas no assunto são enfáticos em dizer que antes de mais nada, é necessário que a pessoa avalie suas próprias atitudes e de que forma lida com as demais pessoas, segundo artigo do site “Universia”. Outro aspecto primordial é saber ouvir, trata-se, inclusive, de um exercício constante. É importante também ser autoconfiante e acreditar que se pode superar as adversidades.

Sobre Leticia Veloso

Jornalista com passagens pelo Grupo Folha e Grupo RBS. Também é professora de atualidades da Nova Concursos.

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