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O hábito de fazer mais do que o combinado

O hábito de fazer mais do que o combinado

Quando se tem uma meta a ser alcançada e objetivos, nos preocupamos em cumprir as questões propostas, mas raramente, a intenção é focar numa regra de ouro: o hábito de fazer mais do que o combinado. Será que pelo fato de apenas cumprir o objetivo estabelecido, isso nos deixa numa zona de conforto? O que precisamos desenvolver, então, para buscar realizar as atividades além do que foi proposto?

De qualquer forma, saiba que quando desenvolvemos essa regra de ouro (que se refere ao hábito de fazer mais do que o combinado), cultivamos mais entusiasmo e disponibilidade para realizar as atividades e lidar melhor com os desafios. Isso tudo também contribui para tornar a nossa personalidade mais agradável e melhorar a tolerância às adversidades, porque a vida nem sempre é feita de celebrações e não existe com frequência um “mar de flores” a nossa disposição. Precisamos estar preparados para enfrentar os percalços.

Esse conceito de buscar alternativas além do que visualizamos é cada vez mais usado em sociedade. No ambiente corporativo, as empresas comumente citam a importância de buscar outras opiniões e novos conceitos. Mais uma vez a “regra de ouro”, que implica no hábito de fazer mais do que o combinado, é inserida no contexto.

Procurar realizar quaisquer atividades da vida, sem focar apenas na meta atingida, mas com foco no “pensar além”, é algo que se torna habitual com o tempo e prática. Mas para entrar nesse esquema, é essencial cultivar entusiasmo e motivação. Sem essas “palavras mágicas”, dificilmente, vamos nos propor a concentrarmos em ter uma visão ampla dos fatos e enxergar além. O indivíduo que cultiva essa regra de ouro, de fato, consegue achar soluções e alternativas a diversas questões e tem ânimo e disposição para seguir em frente.

Zona de conforto

Como mencionamos antes, todas essas questões sobre ir além do objetivo proposto ou imposto a nós, estão muito ligadas à zona de conforto (leia também o nosso post sobre este tema). Quando nos encontramos nessa situação, acionar o “piloto automático”, é a regra que predomina e não nos sentimos motivados a buscar outros caminhos. A rotina e o cotidiano ditam as regras e pensar no “diferente” e em novas atitudes e posturas, se torna uma questão desafiadora e traz receio. Portanto, para quebrar o paradigma, será essencial ter coragem de adotar outras regras.

Pensar fora da caixa?

Clóvis de Barros Filho, professor de ética da ECA (Escola de Comunicação e Arte da USP), afirma em entrevista à revista “Exame” que as pessoas tendem a “fazer listas” e cumprir metas estabelecidas no trabalho, mas o correto seria focar na “construção de valores mais consistentes”. Ele quer dizer que em relação ao conceito “pensar fora da caixa”, na prática, essa “caixa” não deixa de ser uma espécie de limitação para o desenvolvimento do “pensamento criativo”. O especialista ainda vai além e menciona que em situações assim, a pessoa tem um conceito inadequado sobre o que é a “felicidade” no ambiente de trabalho.

Isso significa que quando o profissional apenas cumpre metas, ele tem a noção de que está seguindo corretamente o seu papel na empresa. Bom, de fato ele está, todavia ele deixa de pensar adiante e sequer imagina que é possível seguir por outras estradas e encontrar a verdadeira satisfação no ambiente profissional.

Fazer o que gosta, pensar em outros caminhos e conceitos com frequência, de certa forma, são atitudes importantes para não cair na zona de conforto e evitar manter uma visão limitada sobre o cumprimento de seus objetivos. A regra de ouro é clara: se desafiar e ter em mente que você pode ir além. E nesse caminho repleto de quebra de paradigma, você vai se surpreender com as suas potencialidades.

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