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Liberdade e responsabilidade no trabalho e na vida

Liberdade e responsabilidade no trabalho e na vida

Liberdade e responsabilidade podem caminhar juntas? No ambiente profissional ou na vida pessoal, o excesso de liberdade, especialmente, contribui para que haja menos responsabilidade? Bom, as repostas mais adequadas a essas questões estão relacionadas a vários fatores, contexto, perfil do indivíduo, etc.

Levando em consideração também que abrir mão da liberdade não garante os melhores cenários. Então, será preciso mantê-la por perto em todos os âmbitos da vida? Bom, não se deve esquecer de que as situações tem suas especificidades, vamos entender alguns contextos por meio de exemplos muito comuns no cotidiano. O tema é complexo, mas absolutamente importante e necessário. Que tal continuar a leitura?

Liberdade no trabalho

Imagine um ambiente profissional repleto de regras, no qual o colaborador precisa cumprir uma série de requisitos. As regulamentações são importantes para favorecer a disciplina, mas tudo depende do bom senso. Um escritório ou empresa que estabelece uma cartilha extensa de obrigações e não permite liberdade ao funcionário, certamente, cultivará desmotivação e desânimo.

Bom, o profissional que se sente insatisfeito, obviamente, desejará mudar de “ares” e buscar por outras oportunidades profissionais. Isso, inclusive, cria um ambiente de rotatividade, o famoso “entra e sai” de gente, o que não é vantajoso para empresa e para todos os colaboradores, de forma geral.

A analista de comunicação G.S.V, que prefere não se identificar, trabalhou por algum tempo numa empresa de internet em São Paulo, que possuía uma política rígida quanto ao horário de trabalho. Ela conta que atrasos por mais de 15 minutos geravam advertências.

“Essa questão do horário era muito complicada, pois todos perdem muito tempo no trânsito de São Paulo. O transporte público também é sempre cheio e nos horários de pico ocorrem complicações. Portanto, a empresa não entendia muito isso. Eu me atrasei, na maior parte das vezes, por causa da velocidade reduzida dos trens, superlotação, etc.”

Claro que a pontualidade é essencial no ambiente de trabalho, mas é preciso ter compreensão de que os atrasos acontecem, especialmente, quando se trata de grandes cidades. Talvez, a solução esteja em flexibilizar melhor os horários. Por exemplo, ao invés da empresa impor que os colaboradores assumam seus postos pontualmente às 9h, seria interessante estipular que o início dos trabalhos ocorram entre 9h e 9h30.

De fato, isso mantém uma certa disciplina de horário, até porque é importante a empresa estar ciente sobre o período em que pode contar com o profissional.  Estabelecer uma regra que flexibiliza, traz certa liberdade que otimiza as atividades no escritório.

Liberdade e responsabilidade na vida

Em seu artigo publicado no portal “O Povo”, a astróloga Kitah Soares destaca que “a liberdade e a responsabilidade estão fortemente ligadas” Para ela, as pessoas são “livres” se forem “responsáveis”, assim como, as pessoas são “responsáveis” se estiverem “livres”. Em tese, quando se tem liberdade para agir, pensar, logo, é possível adquirir responsabilidade para tomar decisões, etc.

Os exemplos são sempre aparatos interessantes que ajudam a refletir essas e outras questões. Imagine, então, que um jovem de 26 anos, solteiro e sem filhos, decida se mudar da casa dos pais. Milhões de pessoas passam por essa experiência, que pode ser uma questão complexa para muitos casos. Neste exemplo específico, o rapaz saiu da zona de conforto, ao decidir morar sozinho, então, essa “liberdade” adquirida está acompanhada da “responsabilidade”.

A partir desse momento, o jovem conquistou o seu espaço e tem a liberdade de deixá-lo do jeito que preferir, de estabelecer seus próprios horários e rotina, sem a necessidade de consultar os pais. Mas será preciso ter responsabilidade para seguir nessa nova vida, se atentar aos custos, contas e tantas outras questões que envolvem a dinâmica de um lar.

Com certeza, ele terá de lidar com questões que não estava acostumado, desde atividades domésticas, lista de compras e outras prioridades que surgem constantemente. Ele compreendeu, então, que o paradigma foi rompido. O jovem percebeu que a liberdade tem seu preço e uma de suas moedas é a responsabilidade. Mas pagar por isso pode valer a pena, não? O que acha?

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