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Como o entusiasmo nos afeta e às outras pessoas

Como o entusiasmo nos afeta e às outras pessoas

Já pensou no entusiasmo como sendo uma espécie de “combustível”? Por meio dele, inclusive, nós nos mantemos motivados a “voar”, enfrentar desafios e seguir em frente. Sem falar que o entusiasmo afeta diretamente a vida do indivíduo e de todos que estão ao seu redor. Então, fica absolutamente claro que o entusiasmo é mesmo extremamente contagiante.

De fato, a cadeia é complexa, o que significa que será preciso, certamente, de algumas doses de motivação e ânimo para enfrentar as problemáticas da vida. As questões nunca são simples, mas quando nos propomos a entendê-las, a impressão que se tem é de que podemos tudo. Sim, uma dose de entusiasmo jamais pode faltar, mas cultivar essa “quantia” é mesmo um desafio.

 

Entusiasmo e quebra de paradigma

Imagine que uma pessoa terá de se mudar para outro país. Suponha-se que ela pretende estudar inglês na Irlanda e se programou para ficar por um ano no país europeu. Mas leve em consideração que se trata de sua primeira experiência fora do Brasil, além de também nunca ter morado longe dos pais. Percebeu que há paradigmas a serem quebrados, não? A situação é extremamente desafiante.

Ao tomar essa decisão que mudará radicalmente a sua vida, essa pessoa terá de lidar com situações novas e em meio a uma cultura e hábitos diferentes, sem mencionar outra questão bastante pertinente: a barreira do idioma. A analista de mídias Natália Santana, 28, conta que aos 21 anos decidiu trancar a faculdade de publicidade e propaganda para realizar o sonho de conhecer a Europa. Como na hipótese citada, a jovem nunca havia saído do país e sempre morou com os pais.

“Eu confesso que tive muito medo de não conseguir me sair bem tão longe de casa, mas eu precisava dessa experiência. Eu estava muito desanimada com a faculdade e sentia que deveria arriscar, enquanto tinha coragem e disposição para isso. Os meus pais não gostaram da ideia no início, mas respeitaram a minha decisão. Eu estava entusiasmada sim e os meus amigos foram contagiados pela minha euforia, menos os meus pais. Eu passei um ano e meio na Irlanda e foi uma das experiências mais difíceis, tensas e incríveis também. Foi um processo que me tornou mais madura, responsável e solidária com as pessoas ao redor”, disse.

No caso de Natália, por exemplo, se não houvesse o entusiasmo e motivação, certamente, passar por esse desafio teria sido ainda mais difícil. Ao sentir-se entusiasmada, ela criou expectativas das experiências e aprendizados, os quais seriam proporcionados. De certa forma, as motivações foram essenciais por mantê-la forte e decidida a seguir seu caminho.

“Claro que diante de algumas situações eu cheguei a pensar em voltar para casa. Isso aconteceu quando eu percebi que o dinheiro estava acabando e não havia encontrado emprego. Mas ao mesmo tempo pensei que se desistisse me culparia pelo resto da vida. Ainda bem que insisti. Felizmente, consegui um trabalho e a situação melhorou. O meu entusiasmo aumentou e tive certeza de que conseguiria superar qualquer desafio lá e isso aconteceu”, afirma.

 

Entusiasmo em nossas vidas

Já parou para pensar que quando uma pessoa se mostra entusiasmada por alguma questão, por mais que você seja cético quanto ao fato, esse entusiasmo alheio, de alguma forma, contagia e você percebe – em algumas situações – que há uma chance, mesmo que mínima, de que você esteja errado. Enfim, fica claro como o entusiasmo modifica ações, posturas, reflexões acerca de diversas questões, etc. Percebeu sua importância?

Portanto, sem recorrer às fórmulas mágicas (infelizmente elas não existem), para ter entusiasmo, é preciso “fechar uma parceria” com a motivação e, em resumo, é necessário acreditar que é possível conseguir o que se almeja. Mas também há uma questão: somos seres emocionalmente muito complexos e o desânimo também “nos ronda”. Então, é essencial instigar o entusiasmo a não perder esse jogo, que tal? Afinal, a vida é mesmo cheia de desafios e quem disse que seria fácil, não é mesmo?

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