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Como lidar com o desestímulo e a desmotivação

Como lidar com o desestímulo e a desmotivação

Sente-se desestimulado? Percebeu sintomas de desmotivação? Isso é mais comum do que se imagina. Seja na vida profissional ou pessoal.

É muito comum na vida passarmos por momentos de altos e baixos. Uma novidade na nossa rotina sempre parece promissora. Seja um relacionamento novo, o início de uma faculdade, um emprego diferente, a sensação é sempre de ansiedade e expectativa.

Acontece que com o tempo esse sentimento vai diminuindo. Fatores externos ou internos acabam nos desmotivando e cada vez menos temos vontade de seguir firme naquilo que no início era o que nos dava o maior prazer na vida.

Quando chegamos a esse ponto, já estamos lidando com desestímulo e desmotivação. O que nos leva a esse ponto?

Como fazer para driblar esse problema e sentir de novo todo aquele ânimo?

Esses são os assuntos que discutiremos nesse artigo.

 

Quais são os motivos que o levam a sentir desmotivação?

São vários os motivos que podem causar desmotivação e desestímulo em todos os âmbitos da vida.

Mas, em geral, eles partem de dentro de nós, quando deixamos de lado algo que deveria ser resolvido.

E pior ainda é quando misturamos os problemas pessoais com os problemas de trabalho, dificultando ainda mais resolver o problema.

O que pode nos levar a desmotivação no trabalho? Veja os principais fatores:

 

  • Infraestrutura precária;
  • Pessoas ao redor que não nos fazem bem;
  • Objetivos não alcançados;
  • Sentimento de prisão unicamente pelo salário;
  • Falta de reconhecimento;
  • Recursos limitados;
  • Trabalhar com o que não gosta.

 

Esses são apenas alguns motivos que fazem com que você sinta desmotivação, porque na verdade cada um tem suas razões pessoais para isso.

Com o passar do tempo, os motivos vão se acumulando e a desmotivação começa a crescer cada vez mais. Quando esses sentimentos não são bem administrados, acabam estendendo-se para outras áreas.

O relacionamento, que já não estava muito bem, começa a decair, e um problema sempre alimenta o outro.

É comum o indivíduo chegar no trabalho cansado, sem paciência, pensando apenas na hora de ir embora, trabalhando com menos qualidade, sem se importar com quem avaliará os seus serviços. Ao sair do trabalho, chega em casa e acaba descontando no parceiro, sendo que este, em tese, não tem nada a ver com o problema.

O que identifica facilmente uma pessoa que se sente desmotivada é que tudo o que ela faz parece ser o maior sacrifício do mundo.

 

O que fazer para lidar com a desmotivação?

desestimulo e desmotivação

Para lidar como a desmotivação você precisa primeiro assumir que tem um problema para ser resolvido. A negação indica resistência e consequente não resolução do problema.

Antes de lhe dar sugestões de mudanças necessárias, é importante entender que as ações precisam partir de você e não de fora.

Reconhecer que está deixando de lado coisas importantes que deveriam ser mudadas é o primeiro passo para que as coisas voltem a ser como eram antes e você finalmente consiga se livrar dessa fase de desmotivação.

Mas, é claro, nem sempre os motivos que o levam ao desestímulo são internos. Alguns exemplos citados acima demonstram que nem sempre estamos no controle total da situação. Algumas atitudes podem fazer com que um a um desses problemas sejam resolvidos.

Após o reconhecimento do problema, aí sim, uma mudança na rotina pode ser a melhor pedida. Trocar de emprego, de curso, ou terminar um relacionamento que já não flui mais, são tarefas muito difíceis para a maioria das pessoas, mas podem ser a libertação necessária.

É importante separar cada motivo que o levou a ficar desmotivado e criar novas metas, objetivos e desafios. Com muita calma pode-se encontrar a melhor solução para cada problema identificado e adicionar novas ações.

 

Não se martirize e crie novos objetivos. Livre-se da desmotivação!

O primeiro passo para que os problemas sejam resolvidos é não ficar se culpando constantemente pela situação que o rodeia. Algumas coisas são realmente inevitáveis e não há como tomar o controle total delas.

Ficar se martirizando por algo que você não tem como evitar não vai resolver o problema e pode deixá-lo ainda pior. É muito importante sim reconhecer os erros, mas é mais ainda reconhecer o que não está ao seu alcance.

 

  • Criar novos objetivos
  • Não esperar demais de outras pessoas
  • Tomar a liderança
  • Aceitar ajuda

 

Criar novos objetivos, com foco, sem desistir no caminho, é uma maneira eficiente de driblar a desmotivação. O orgulho deve ser deixado de lado nesse momento e toda ajuda pode ser bem-vinda.

Não se fechar nesses momentos pode ser uma das melhores coisas a se fazer, pois todo mundo precisa de apoio e ajuda em alguma fase da vida.

Não esperar demais de outras pessoas é outro passo importante a ser tomado. O que o indivíduo sente, apenas ele sente, e as pessoas em sua volta podem não perceber ou nem ligar para o problema. Achar que outras pessoas vão se sensibilizar com isso é um erro, e a espera pode ser eterna, até que a pessoa não aguente mais e estoure seu limite.

Assim como é importante dar esse passo à frente, tomar as rédeas da situação é igualmente importante. Seja aquele que decide o melhor e toma frente à situação sem depender de terceiros.

Alguns exercícios também podem ser feitos para ajudar nesse processo. Um deles é acordar todas as manhãs e ser grato por tudo aquilo de bom que o rodeia, agradecer pelos pequenos momentos que a vida lhe proporciona. Fazer listas também pode ajudar, comparando aquilo que se faz bem e o que se está fazendo mal, e a cada item riscado da segunda lista, uma nova vitória será conquistada.

Trabalhar com um sistema de recompensa por tarefas concluídas também pode funcionar, e isso motiva a pessoa a seguir firme com os novos objetivos.

Levantar cedo, tomar um bom café da manhã, sair para se exercitar e se dar mais tempo livre para fazer o que gosta são tarefas que todas as pessoas deveriam fazer.

Uma pequena dose disso todos os dias não só elimina a desmotivação, como ainda previne os sentimentos de voltarem. Errar é humano, mas reconhecer o erro e buscar uma alternativa para resolvê-los é uma atitude ainda mais inteligente!

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