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Como fugir da perigosa zona de conforto

Como fugir da perigosa zona de conforto

Sair da zona de conforto é uma das principais características que diferenciam empreendedores das pessoas comuns. E é por isso que o tema vem à tona com bastante frequência, a cada dia mais. Gosto muito dessa frase de autoria do escritor norte-americano Neale Donald Walsh: “A vida começa no final de sua zona de conforto”. Embora ele tenha sido bem duro no seu posicionamento, escolhi essa reflexão para iniciar o post sobre a urgente necessidade de afastar o comodismo do comportamento diário para, com isso, colher os melhores frutos que essa atitude pode fazer germinar.

Basicamente, esse estado de acomodação é resultado de pensamentos, comportamentos e atitudes que o indivíduo está acostumado a ter, sem oferecer desafios ou riscos — com responsabilidade, é claro! Em linhas gerais, trata-se de um território que estabelecemos em nossa mente no qual podemos controlar sentimentos, reações, sem ter de enfrentar dificuldades.

Respondemos a três perguntas básicas sobre o assunto — e que fazem toda a diferença para virar o jogo. Veja só:

“Como sei que estou na zona de conforto?”
Estudos na área da Psicologia atribuem alguns comportamentos-padrão em pessoas que estão acomodadas em sua vida. Invariavelmente, aparecem como sintomas: 1) falta de motivação; 2) justificativas sem fim (desculpas o tempo todo sobre o fato de não estabelecer metas e persegui-las); 3) medo de avançar (por achar que não vai conseguir vencer em novas trajetórias); 4) achar que já sabe demais (e não precisa buscar um curso para se atualizar); e 5) falta de energia (indisposição para iniciar novas frentes, seja na vida pessoal, profissional ou acadêmica.

“Não vejo problemas nisso, tá?”
Há pessoas que não veem problemas de permanecer na zona de conforto. Por isso, depende (e muito) do que cada um planeja para a sua própria vida. Há aqueles que se sentem realizados, felizes, nesse estado de comodismo, justamente por ter uma ideia de controle sobre desafios que possam surgir. E aí se conformam com o atual cargo da empresa ou sobre as suas notas e projetos na faculdade, por exemplo.

Mas aos que observam o assunto por essa perspectativa, gostaria de falar: por mais que não queiramos, a vida sempre reserva desafios para vencer. Nesse momento, uma pessoa mais habituada a enfrentar cenários desconhecidos estará mais bem preparada para agir de maneira empreendedora, buscando soluções.

Além do mais, a zona de conforto está relacionada a outras consequências que muitas vezes nem percebemos: o desperdício das suas habilidades (no caso, você pode ter talentos que o colocariam em tarefas com mais projeção na empresa). Outra consequência clara: por não possuir um perfil empreendedor, dificilmente será indicado para receber promoções e novos desafios. Há ainda que se ter atenção aos prejuízos da saúde que isso pode causar. Pesquisas relacionam o comportamento acomodado ao sedentarismo, que oferece uma série de riscos ao organismo humano.  #ficadica

“Como posso sair daqui logo?”
Agora, se o seu objetivo é buscar as melhores colocações no mercado de trabalho (e, como consequência, maior reconhecimento profissional), alçar maior projeção acadêmica ou, o que quer que seja, definitivamente, a zona de conforto deve ser excluída das suas possibilidades.

A primeira questão é traçar uma meta (preparamos dicas valiosas sobre como fazer isso). Lembre-se de estabelecer um objetivo grande, que o desafie.  Feito o planejamento, tome (muito) cuidado para não procrastinar, o famoso deixar para começar na segunda-feira (dia mundial do início das promessas). Ao mirar objetivos grandes, é natural que se assumam alguns riscos (e é fundamental fazê-lo com responsabilidade).

Concluo trazendo um trechinho do livro 1984, famoso romance do jornalista e escritor inglês George Orwell. Em dada circunstância, ao descrever os anseios de seu personagem, cravou: “Ocorreu-lhe que em momentos de crise o embate da pessoa nunca era com um inimigo externo, mas sempre com seu próprio corpo”. Que tal olhar para si mesmo (e suas atitudes) para despertar o gênio que existe dentro de você e alcançar grandes vitórias, hein?

Gostaríamos que você compartilhasse por aqui o que você fez que o ajudou a afastar-se da zona de conforto. Se não é o seu caso, conte para nós uma situação parecida que observou. Sua opinião pode ajudar outros leitores por aqui também. Até a próxima! 🙂

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