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Autocrítica positiva para o crescimento pessoal e profissional

Autocrítica positiva para o crescimento pessoal e profissional

A autocrítica é um elemento importante para mensurar atitudes, posições e escolhas na vida. Muitas vezes, a autoanálise e autorreflexão apontam direcionamentos essenciais para crescimento pessoal e profissional. Porém, é essencial observar a necessidade de se pautar pelo bom senso e utilizar o mecanismo de autocrítica – de forma positiva.

Sabemos que conceitualmente, a autocrítica é a capacidade que temos em autoanálise e autorreflexão – quanto a atitudes e posicionamentos. Se trata, de certa forma, da oportunidade que temos de corrigir ou adotar outras posturas, a fim de buscar a melhoria constante – seja no trabalho, ou mesmo, a vida pessoal.

Por isso, devemos evitar algumas “ciladas”, como chegar-se ao ponto da autocrítica demasiada, que impacta negativamente em nossas ações e influencia aspectos externos. Como, então, fazer da autocrítica uma aliada importante para a vida? Como a maioria das questões que envolvem o complexo comportamento humano, será preciso mudar atitudes, posicionamentos – talvez – quebrar paradigmas.

O impacto da autocrítica em nossas vidas

Você deve ter conhecido pessoas imersas na autocrítica, mas de forma negativa. Isso reflete numa cobrança demasiada, que traz danos e influencia de maneira significativa a vida dessa pessoa.  Muitas vezes, esse indivíduo tende a ser muito perfeccionista, ele carrega um “grande peso” sobre as costas e, de forma, mais delicada – essa pessoa pode exigir e criticar demais os outros.

E em meio a esse panorama, a pessoa também nunca se sente satisfeita e plena quanto às conquistas e vitórias, na verdade, não há satisfação, o que vigora é a crítica intensa e constante.  É uma situação complexa, esse indivíduo se torna o juiz, algoz e vítima – ao mesmo tempo. Esse conflito intenso é desgastante.

Em 2013, a atriz Giovana Antonelli afirmou, em entrevista ao “O Globo”, que sofria muito com a autocrítica. “Sempre me cobro muito. Quero ser a melhor mãe, a melhor mulher, a melhor atriz. Sempre penso que preciso melhorar. A mente não para”. A atriz tocou numa questão importante, as pessoas muito autocríticas têm uma mente imersa num turbilhão de sentimentos e questionamentos. O caminho ideal é usar essas crítica – de forma produtiva para a vida e relações humanas.

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O “doce amargo” da autocrítica

Vamos imaginar que uma pessoa esteja em uma festa da empresa, ao lado dos colegas de trabalho e gestores. Suponhamos que um dos chefes faz um comentário que tem a ver com o trabalho realizada por essa pessoa. Vamos pensar que esse gestor tenha dito algo como: “eu gostei daquela ideia que sugeriu na reunião, mas se tivesse pensando nisso meses atrás, conseguiríamos colocar em prática – por causa do orçamento”.

Como você reagiria a essa questão? Uma pessoa muito autocrítica, provavelmente, se culparia por não ter sugerido a ideia antes e questionaria a sua própria competência profissional, além de encarar a sugestão de sua ideia, “de forma tardia”, como uma falha grave. O gestor elogiou a iniciativa, mas lamentou que a ideia teria sido viabilizada em outra época, por causa do orçamento. O funcionário manteve seu mérito, sem falar, que a sugestão de boas ideias instiga outras mais e, muitas vezes, o próprio chefe pode reconhecer a iniciativa do colaborador, como uma atitude positiva. Sugerir melhorias é proatividade e as empresas apreciam isso.

Bom, conclusão, um simples comentário é capaz de deixar a noite dessa pessoa mais amarga, além da fomentação da cobrança. A melhor alternativa, talvez, seria encarar esse comentário como um estímulo a pensar em soluções que se encaixam nos parâmetros atuais da própria empresa.

Qualidade e defeito

A autocrítica como qualidade é essencial para sermos mais assertivos e nossas posições, como destaca artigo do psicólogo Miguel Lucas, do site “Escola de Psicologia”. Ele afirma que quando a autorreflexão passa a “sabotar a nós mesmos”, começamos a esquecer quem somos e nossas potencialidades.

O especialista ainda explica que a autocobrança negativa traz frustações, angústias e incertezas quanto ao futuro. Essas cobranças podem desencadear consequências drásticas a vida dessa pessoa.  O psicólogo destaca que é importante enxergar a autocrítica como um “tipo de informação que nos alerta acerca de problemas”. Para ele, é a oportunidade de observar o que precisa ser melhorado, seria uma espécie de “chamada de atenção”.

O artigo ainda cita a existência de sete tipos de autocrítica, segundo os psicoterapeutas Bonnie Weiss, LCSW e Jay Earley. Em linhas gerais, isso significa que a maioria das pessoas possui tipos de autocrítica que têm a intenção de “nos proteger”, mas que podem se tornar negativas, dependendo de como lidamos com essas questões.

É importante mencionar que para que essa autocrítica seja positiva, a pessoa deve evitar que esses questionamentos fomentem suas frustrações. Para tirar proveito dessas críticas, uma possiblidade viável é entender essa crítica como passo essencial, natural e fundamental para chegar às conquistas dos objetivos almejados.

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Autocrítica e autoconfiança

Trazer a autocrítica para o campo dos benefícios é uma tarefa possível, embora complexa.  Inclusive, para quem vive esse contexto de autocrítica exagerada – é como se houvesse uma “voz interior” capaz de apontar a todo instante os “erros” e “falhas” desse indivíduo, numa perturbação insana e constante.

Artigo do site “Estado Zen” cita que a autocrítica em doses saudáveis promovem a autoconfiança.  Essa parcela de autorreflexão precisa, neste caso, ter caráter motivacional, algo que nos impulsione a conquistar nossas metas, com planejamento de medidas que podem nos guiar e contribuir para o sucesso.

O texto ainda menciona que quando ocorre essa sinergia (autocrítica e autoconfiança), a tendência é reduzir a cobrança interna e “níveis de exigência. Claro que tudo isso nos deixa mais relaxados, em meio a um contexto de positividade, o qual – sem dúvida – beneficia diretamente nossas vidas e traz percepções produtivas e construtivas.

E como chegar a esse caminho? Como citamos no início deste artigo, essa mudança implica em quebrar paradigmas e optar por posturas e atitudes diferentes. Algumas dicas podem ser muito úteis para filtrar essa autocrítica, com foco nos benefícios e vantagens para a vida pessoal e profissionais.  Os passos básicos são: ter noção do seu grau de autocrítica e reconhecer que precisa mudar, manter a autoestima em alta e ter consciência de seus talentos e capacidades, por último, ter equilíbrio e sensatez para analisar as situações mais críticas.

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