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10 atitudes para mudar os maus hábitos

10 atitudes para mudar os maus hábitos

Entender como os hábitos (bons ou maus) funcionam é valiosa chave para que as empresas possam obter mais produtividade por parte dos funcionários, maior performance nos estudos, maior rigor para se exercitar regularmente e assim por diante. Reunimos nesse post algumas recomendações que podem colaborar a mudar os maus hábitos.

Antes de mais nada é fundamental compreender porque os hábitos existem. Segundo cientistas, a atitude repetida (boa ou má) é um recurso que o cérebro se vale para poupar esforços. Essa função é extremamente benéfica para que não tenhamos de pensar para executar comportamentos básicos do dia, como andar, por exemplo. Aí reservamos nossa energia mental para criações mais complexas que surgem. No entanto, ao mesmo tempo que é positivo, passa a ser um problema se o caso em questão é um hábito ruim, que esteja minando sua produtividade ou outra qualidade.

Leitura recomendada para quem deseja se aprofundar no tema, o livro “O Poder do Hábito”, de Charles Duhigg, apresenta a necessidade de educarmos nosso cérebro para conter essas atitudes inadequadas: “(…) Quando um hábito surge, o cérebro para de participar totalmente da tomada de decisões. Ele para de fazer tanto esforço ou desvia o foco para outras tarefas. A não ser que você deliberadamente lute contra um hábito — que encontre novas rotinas —, o padrão irá se desenrolar automaticamente”.

Aí vão dez dicas que o ajudarão a mudar (para melhor, é claro) os maus hábitos que roubam o precioso tempo e foco, deixando nosso trabalho ou estudo com rendimento abaixo do esperado:

COMO LIDAR COM…

  1. … a incerteza de possuir ou não um mau hábito? Analise a sua rotina por uma semana, se possível, relacionando em uma lista como tem investido seu tempo e quais resultados tem gerado. Outra boa recomendação é estabelecer objetivos por semana (aí será fácil identificar, ao término dela, se teve um período produtivo ou não).
  2. … o doloroso início de mudar as atitudes? Obviamente, que toda mudança requer tempo e disposição para que aconteça. É fundamental ter disciplina e auto-confiança para cumprir aquilo que você planejou. Escrevemos um post que pode ajudá-lo nesse ponto especificamente.
  3. … a  necessidade de estar conectado (o tempo todo)? A tecnologia facilita, mas também pode roubar nosso valioso tempo e atenção nas tarefas. Estabeleça dois ou três períodos no dia para checar e-mails, por exemplo. O mesmo vale para conferir os perfis nas redes sociais.
  4. … a falta de energia para mudar? Muitas vezes, até sabemos o que precisamos mudar, mas não temos energia para isso. Encaixar exercícios físicos na rotina, por exemplo, pode dar mais disposição para encarar mudanças. Essa é também umas das evidências atribuídas a estar na zona de conforto, cuidado!
  5. … pedidos de última hora do seu chefe? Muitas vezes os hábitos dos outros acabam minando nossa produtividade. Em caso de pedidos de última hora do seu responsável, apresente de maneira objetiva o que tem de ser entregue e pergunte se é possível mudar as prioridades (considerando novas atividades).
  6. … o desempenho ruim numa tarefa? É importante analisar o que você estava planejando e o que foi realizado. Promover uma autocrítica é valiosa para que o resultado ruim não se repita.
  7. … imprevistos o tempo todo? Uma pesquisa publicada pela revista Você S/A (edição 194) mostra que 54% dos profissionais gastam mais tempo com tarefas urgentes do que com projetos importantes. Nesse cenário, faça uma avaliação da sua rotina. Se você estiver contemplado na estatística, é hora de virar o jogo.
  8. … a tentação de voltar aos (ruins) hábitos antigos? O livro “Hábitos ruins nunca mais”, de S. J. Scott, define em uma frase uma recomendação importante: “ao planejar uma mudança de hábito, espere enfrentar a tentação, especialmente quando a sua força de vontade estiver no nível mais fraco. Somente quando você entender as suas próprias limitações, você terá um plano para superá-las”.
  9. … a possibilidade de ter planejado algo errado (incluindo a mudança de hábito)? Comece de novo, agora com o aprendizado que assimilou. O livro “O empreendedor diário”, de S.J. Scott e Rebecca Livermore, tem uma frase que gosto muito: “O fracasso é simplesmente a oportunidade de começar de novo, desta vez de forma mais inteligente”.
  10. … a incerteza se estou no caminho certo? Ao traçar um plano, estabeleça revisões constantes. Isso fará com que você tenha mais propriedade sobre a mudança em curso e tome atitude caso necessário.

BÔNUS: A questão mais valiosa é começar (e agora). Nada de procrastinação, hein? O tempo que você está perdendo em não promover essas mudanças, poderá ser valioso lá na frente. É hora de afastar os maus hábitos! #pensenisso

E, você, o que tem feito para mudar os hábitos? Conte para gente nos comentários abaixo!

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